sexta-feira, 18 de setembro de 2026

A LIVRARIA PERDIDA

 

 QUE ESTOU LENDO?

A Livraria Perdida é uma leitura interessante; peguei no impulso numa prateleira/estande na 28ª Bienal Internacional do Livro 2026 (mais precisamente, porque gostei do título e da capa) e com certeza fui cativado aos folhear as paginas! É um desses livros que realmente parecem ter sido escritos por e para amantes de livros. O que é - aos meus olhos - seu maior atrativo. 

 A livraria perdida (Livros da Alice, 376 pp, R$ 59,90 – Trad.: Guilherme Kroll), escrito por Evie Woods, é um best-seller que arrebatou leitores no mundo inteiro e uma declaração de amor ao poder da literatura e à capacidade de realizar sonhos.

PESQUISANDO SOBRE O LIVRO:

Seu romance de estreia,  A Livraria Perdida  (2023), conquistou o público internacional com sua narrativa imaginativa que se lê como uma carta de amor aos bibliófilos. Alcançando o topo das listas de mais vendidos em publicações como  The Wall Street Journal ,  The Sunday Times e  USA Today , também foi número um no Kindle tanto no Reino Unido quanto nos Estados Unidos. Até o momento, vendeu mais de um milhão de exemplares, foi traduzido para mais de trinta idiomas e foi finalista na categoria "Livro Mais Cativante do Ano" no British Book Awards de 2024.

EVIE WOODS - AUTORA DO LIVRO

Evie nasceu e cresceu na Irlanda. Formou-se em marketing em 1996. Viveu e trabalhou no Canadá, mas decidiu voltar para a Irlanda e voltar a escrever após ter desenvolvido ansiedade social. “A Livraria Perdida” foi o primeiro livro de Evie, que não foi autopublicado, este livro foi publicado pela One More Chapter, com quem assinou um acordo para publicarem os seus três primeiros livros autopublicados e já tem um novo “The Story Collector”, que foi lançado na Irlanda e no Reino Unido em julho de 2024 e no mês seguinte nos Estados Unidos.

Autora best-seller de A Livraria Perdida

https://eviewoods.com/about/


quarta-feira, 16 de setembro de 2026

FRIDA KAHLO NA 28ª BIENAL INTERNACIONAL DO LIVRO 2026.


Magdalena Carmen Frida Kahlo Calderón, mundialmente conhecida por Frida, seguido do sobrenome alemão herdado do pai, Kahlo, morreu aos 47 anos em 1954.

Sua curta vida, no entanto, foi seguida por décadas em que se transformou em uma das figuras femininas mais conhecidas do mundo, de mito à mercadoria.

Além das pinturas e esculturas, fotografias, vídeos, documentos, desenhos, cartas e até o diário íntimo da artista viraram alvo do interesse público.


Eu na  28ª Bienal Internacional do Livro - 2026, estande FRIDA KAHLO, as principais obras da pintora são seus autorretratos — especialmente uma série de quadros em que ela aparece de corpo inteiro.

E a imagem de Frida também se transformou em um ícone pop: seu rosto estampa camisetas, canecas, ímãs de geladeira, bolsas e diversos produtos.

"Nos lugares por onde passou, na Europa e nos Estados Unidos, a vida e a obra de Frida despertaram muito interesse. Com sua morte, estes lugares deram continuidade à construção do mito".

Na verdade aproveitei também a cadeira para descansar, a caminhada em todo o espaço da bienal não foi fácil.